terça-feira, 14 de dezembro de 2010

It's the most wonderful time of the year... Holiday season in NY

Chegou a pior época do ano para se estar em NY: Holiday Season!! É quando a cidade fica super lotada de turistas, mal se consegue andar por algumas ruas (34th, e times square area, rockefeller center, por exemplo) e é praticamente impossível entrar em qualquer loja nos finais de semana. Fun, fun, fun. Para manter a sanidade e o nível de calma, alguns, como eu, acabam pensando em diversas maneiras de eliminar turista por turista, mas não fazem nada, apenas utilizam os pensamentos para conforto próprio.

Tem feito muito frio. E hoje estamos tendo a primeira neve do ano, meaning, amanhã vai estar FRIO, a cidade vai ficar super bonita e depois super caótica!


Por outro lado, tirando a super lotação e o caos, a cidade fica linda toda decorada de natal, e com holiday music. Eu adoro pois aprendi todas quando era do glee club do meu colégio na California. Essa é a única época do ano em que se pode cantar The Christmas Song (Chestnut roasting on an open fire) sem ser estranho - coisa que eu e o Ricardo nunca levamos a sério nas aulas de canto em POA.

 
Além disso, essa época do ano desperta o melhor em todos nós: Christmas shopping!!! E christmas presents!! Não comprei muito nos últimos dias e também não ganhei praticamente nada. Mas posso dizer que meu presente de natal por enquanto foi realizar um sonho de consumo de muitos anos de sair andando pela cidade com uma sacolinha azul de uma loja bem conhecida.

Ahhh e estou de férias da pós e já inscrita para as próximas aulas.

E outra novidade, descobri que o Owen Wilson mora aqui perto! Encontrei ele no metro sábado - believe it or not!

Aulas de dança e canto:

O pessoal tem perguntado bastante como andam as aulas de dança e canto: Estão ótimas! Faço aulas de canto com o Andrew, marido da Cláudia. Obviamente é super divertido. O Andrew fica meio apavorado, no bom sentido, com as notas graves - mas realmente, tem dias que eu tô praticamente um barítono. O repertório 100% broadway, por enquanto (Hairspray, Les Mis, Song and Dance e Cabaret foram os últimos). Estamos focando bastante em belting, o objetivo é soar como a Jennifer Holliday.
 
Nas aulas de dança, continuo uma bailarina velha, mas já BEM melhor do que no início. Por semana, tenho feito em média duas aulas de theatre dance (a princípio com o Jim Cooney) e uma aula de ballet. A aula de ballet é aquela coisa de sempre. E penso em retomar o sapateado no próximo semestre.

As aulas de theatre dance são ótimas! A princípio sempre se usa algum prop (chapéu, bengala, guarda-chuva, etc) para as coreografias. Essa semana estávamos fazendo uma coreografia do filme Burlesque, dançando em cadeiras - bem Don't Tell Mamma do Cabaret. Foi bem challenging, porque além de ter que se equilibrar na cadeira, enquanto faz todos aqueles movimentos, tinha que interpretar as personagens... - detalhe, a cadeira era para pessoas altas! Não lembro ter tido tanta dor muscular depois de uma aula.


A vida imita a arte: Depois das aulas do Burlesque, estou eu cozinhando (sim... eu cozinho) em casa quando do nada soa o alarme de incêndio. O único jeito de eu desligar a coisa foi subindo num dos meus bancos de bar que são altos para apertar num maldito botão. Ainda bem que tive o treinamento na aula, não?!


Show do Bryan Greenberg e Lançamento do Black Swan

Duas atividades de última hora que foram divertidissimas. Eu e as gurias fomos no show do Bryan Greenberg. Eu não o conhecia como cantor, só como ator. Ele não toca ou canta muito, mas o show foi divertidíssimo. Fizemos amizade com a banda e eles nos convidaram pro after party. Depois acabamos indo para outra festa, no club Juliet, que só chegando lá fomos descobrir que era a festa de lançamento do filme Black Swan.
 
Sinal de admiração: imitando as orelhas do Bryan



No dia seguinte tivemos a nossa primeira despedida do grupo... a Mônica, a mais sensata  e calminha do grupo, estava voltando pro Brasil. Agora ela já está aproveitando o calorão de Fortaleza e nós aqui na neve. 

De noite, como estavamos no clima "despedida, cansadas, não vamos sair", eu e a Célia fomos a times square assistir um musical - afinal, se tu não tem o que fazer em NY, why not ver uma peça?!

E por falar nisso, desde o último post, a lista de 5 musicais aumentou para 9, incluindo Spider-Man (by Bono). 

Broadway Reviews:
 
Bom, assisti dois repetidos, então como tem muito o que catch up nas reviews, não fazer outra aqui. Mas corrigindo uma gafe do post de reviews anterior: A Little More Mascara está também na lista de músicas maravilhosas de La Cage.

Rain: A Tribute to the Beatles - sinceramente, eu achei que seria péssimo! Mas foi MARAVILHOSO!! Os atores pareciam muito os Beatles, principalmente o Paul. Claro, não é a mesma coisa que assistir os verdadeiros, mas é um tributo. A orquestragem foi perfeita, e outra, conseguiram deixar o Neil Simon Theatre com o clima de um show dos Beatles. Não é para qualquer um levantar uma platéia inteira da broadway, mais de uma vez. O show acaba cedo de mais, e admito ter sentido falta de algumas músicas como Help, Yellow Submarine, Ticket to Ride, If I Fell, e Penny Lane. Assisti com meus pais e depois com meus amigos brasileiros e amei as duas vezes. Cantei e dancei muito e definitivamente nasci na década errada.

Bells Are Ringing, Encores!: Ahhhh, eu amei, né?! Encores! e Kelli O'Hara, melhor do que isso só descobrir que o Will Chase tá cantando muito! O musical é fofíssimo, e produção encores significa que são poucos os que conseguem ingressos, so I am glad I did.

Million Dollar Quartet: O MÁXIMO! Front runner para o Tony Awards do ano passado, e como não assisti Memphis ainda, não posso comentar se deveria ter ganhado ou não. Tudo bem que não é o Johny Cash, o Jerry Lee Lewis, o Elvis e o Carl Perkins. Não chegam perto, mas bring down the house!! Hunter Foster tá impagavel como Sam Phillips. Elizabeth Stanley, sem comentários! Canta com uma facilidade absurda. Mas destaco principalmente Levi Kreis como Jerry Lee Lewis, que é inacreditavel! E deixo a minha dica, se forem assistir o musical, sentem do lado esquerdo do teatro para poder ver o piano, vale a pena. Prova número 2 que nasci na década errada. O musical é muito bem montado, e acho que todo mundo se emociona ao ver a foto e ouvir no final a gravação original do dia que se passa essa história. 

The Scottsboro Boys: Quando as músicas são de John Kander (Cabaret, Chicago) e a direção é de Susan Stroman (The Producers, Young Frankenstein) as expectativas são altas. Mas a verdade é que dá pra se entender porque o musical vai sair de cartaz - não é nada comercial, e todos os personagens terminam mal, ou seja, tu sai do teatro num clima pior do que o que tu entrou (e isso é vindo de uma pessoa que ama Les Miserables, ou seja, it's bad). Fora que trata de um problema social que já foi resolvido há um bom tempo. A música não é ruim, tinha algumas coisas bem estilo Kander. O problema foi o book mesmo, e a super direção coreografada. A Stroman tem um péssimo hábito de querer colocar dança em tudo, e às vezes não convém. Eu já tinha percebido isso no filme The Producers e no Young Frankenstein e nesse musical ela simplesmente repete o mesmo erro.

Bloody Bloody Andrew Jackson: Ai... não me batam, mas eu gostei. Tá, não é uma mega produção, não é a melhor música ou direção ever, mas é entertaining. (E eu admito que as vezes posso gostar de coisas que não são boas - Little Women comes to mind). A atuação é feita pra ser tosca, no início fica até meio forçado, mas depois entra no clima e eu ri MUITO! Demos sorte de assistir o Heath Calvert (que já conhecia do Hair e Good Vibrations) como Andrew Jackson. O elenco bem jovem e em geral foi bom. Enfim, musical divertido, mas definitivamente longe de ser maravilhoso.

 E agora a review mais esperada da temporada:
 
Spider Man Turn Off the Dark: 

Bom, durante o semestre todo, tem tido muita especulação se o musical vai ou não estreiar. A idéia deles é um tanto inovadora, então foram alguns acidentes, processos, testes e assim vai. O musical começou as previews semana passada. Eu assisti nessa quarta feira e foi a primeira run through sem paradas. Em média eles estavam parando em torno de 4 vezes por espetáculo para lidar com os problemas técnicos. O intervalo foi de 45 minutos para que eles lidassem com os problemas que apareceram, mas o show não foi interrompido nenhuma vez.

Tendo Bono and the Edge como compositores, a expectativa era alta para a música e infelizmente deixou a desejar. Se tiveram duas músicas boas que eu escutaria no meu mp3 player foi muito. E não tinha muita história. A verdade é que eles tentaram fazer muito em muito pouco tempo e no final não exploraram nada de mais. Fico curiosa para assistir depois da estréia e ver que mudanças que eles vão fazer na música e no book.

Por sorte ao invés de colocarem a Evan Rachel Wood como MJ, Jennifer Damiano está no papel, e eu amo a voz dela, além de achar ela bem a cara da personagem (mesmo não mudando muito da Natalie em Next to Normal). Reeve Carney foi interessante como Peter/Spiderman, vocalmente ele é ótimo, mas deixou um pouco a desejar na atuação, mas o papel é bem puxado para alguém que seja mais roqueiro do que qualquer coisa. Outros nomes conhecidos: Matt Caplan (que assisti como Mark no Rent e jamais teria pensado em colocá-lo como um bully) T.V. Carpio (Spelling Bee a que canta I Speak Six Languages). O trabalho de ensemble tá bem legal e não é uma peça de estrelas. 

Por mais que não tivesse muita história e as músicas não fossem lá essas coisas, admito ter ficado BEM impressionada com as cenas de luta no suspensos em cima da platéia. Os figurinos são muito bem pensados e as coreografias também. Sem dúvida é um musical que pode melhorar muito, mas eles tem muito trabalho pela frente.

Bom, encerro o post por aqui, até porque ficou interminável de novo.
Beijos

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mais um catching up to do! Charity Event, Apartamento, Visita dos Pais, etc

Again, depois de tanto tempo, e muitas reclamações, está na hora de colocar as novidades em dia. Até porque, fui forçada a ficar em casa por motivos de força maior (gripe) , ou seja , com tempo para finalmente escrever. 

Para aqueles que não sabem, meus pais vieram para NY, dizendo que iam me visitar, mas sabemos muito bem que I’m just an excuse. Obviamente com a vinda deles isso acaba gerando muitas atividades incluindo: encontros com parentes e amigos, 4 musicais (Rain,  Addams Family, Millior Dollar Quartet e La Cage), compras, etc... também foi na mesma época que o meu amigo Lorenzo voltou para procurar apartamento na cidade então vida social busy busy, mais algumas atividades relacionadas a broadway (Bells are Ringing, Encores! Production e Stephen Sondheim book signing)... logo depois disso foi o Thanksgiving aí domingo teve o show do Michael Bublé, e só consegui parar pra escrever agora. 

As reviews dos musicais deixarei para o próximo post, para que este não fique tão longo.

Bom, antes de mais nada, aproveitando o tempo de sobra que eu fiquei em casa nos ultimos dias, finalmente me prestei para colocar as fotos do apartamento no blog. Dá pra ter uma idéia como é, e ainda coloquei foto do poster que fica na parede atrás da cama que não saiu na foto.

Antes e Depois
Pronto! Não reclamem mais quanto a isso! :)

Agora vamos as novidades por partes... 

Charity Event

Bom, como vocês devem lembrar ou ter visto nos últimos dois posts, eu fui em um Charity Event que o grupo de gurias que a minha colega criou, organizou. O evento foi super legal! Algumas celebridades, pessoas influentes no mundo da moda e de performind arts, incluindo Neil Diamond, Kate Baldwin, enfim... evento bem Sex and the City meets Gossip Girl. Tava a midia toda e o evento deve sair nas revistas Vogue, InStyle entre outras nesse ou no próximo mês. 

Acabei saindo na coluna social aqui em NY, recebi a foto da minha colega essa semana. Conforme as notícias do evento forem saindo, creio que devo receber por e-mail aí posto os links por aqui. 

O evento foi na Galeria Malborough Chelsea, aproveitando a exposição do Claudio Bravo, artista chileno, if I am not wrong. Tinha um silent auction com diversos produtos do mercado de luxo e na saída recebiamos uma gift bag com brindes e catalogos dos apoiadores (que segundo a minha colega eram mais caros que o valor dos ingressos). Na gift bag veio: 2 trufas do Upper Crust (soooo good); 3 gloss Pur Lisse; 1 gloss da MAC; 1 Vougue; 1 CD do Neil Diamond que está para ser lançado; $50,00 para as bijoux Charm & Chain.

Visita dos Pais

Bom, agora não me lembro bem o que fizemos quando meus pais chegaram. Só lembro do meu apartamento ser tomado de malas as 8 da manhã de uma terça feira! Bom, chegaram, me trouxeram coisas do Brasil (pão de queijo, chimarrão e bis) e presentes da viagem anterior - motivo pelo qual a decoração do meu apartamento é com leques da Espanha.

a prova do crime
Após o treinamento de regras de convivência e do lar, e como separar o lixo, fomos resolver a situação mais importante: televisão e computadores. Essa cidade é incrivel, em menos de 1 hora saimos da B&H com 3 computadores e uma televisão maravilhosa (que provou ser muito útil nesses dias de gripe). A questão depois era o que fazer com a televisão velha que a minha amiga tinha me dado... 

When in Rome, do like the Romans do... Jogamos a televisão na rua junto com o lixo. Pra quem já veio pra NY, o lixo deles é interessantíssimo. A gente vê coisas novas e super boas no lixo, que as pessoas deixam quando vão se mudar e tal. Aqui a mobilia é tão barato e o serviço de mudança tão caro que é melhor comprar mobilia nova do que levar a antiga para um novo apartamento - Only in America. O único problema é que  eles colocaram a TV no dia errado, e demoraram séculos para tirar a maldita televisão da rua. E teoricamente dão multa quando isso acontece. Sem comentários...

Bom, como falei antes, foram muitos passeios, compras, alguns encontros com amigos e familiares e mais algumas compras. Eles descobriram a Bed, Bath and Beyond e com isso queriam fazer o Extreme Makeover Home Edition no meu apartamento. Cada dia que eu voltava pra casa tinha alguma mobilia diferente, que eles queriam, é claro. Again, sem comentários.

O dia em que eu conheci Stephen Sondheim (e não conheci Julie Andrews)

Agora vou falar sobre algo muito triste que aconteceu nessa minha estada em NY... o book signing do Stephen Sondheim. Não que ter ido no book signing dele assistido a palestra e falado com um dos maiores compositores de musicais ever tenha sido triste. Foi ótimo!!! Mas no mesmo dia descobri que a Julie Andrews estava dando uma palestra em outra Barnes and Nobles e não daria tempo de ir assistir, porque começava antes e para essas coisas tem que chegar umas duas horas de antecedência. Então tive que fazer a dificil escolha de permanecer na loja da Union Square para ver a palestra do Sondheim, o que não foi facil - o calculo foi baseado na idade, a Julie é mais nova então a probabilidade de conseguir assistir ela de novo é maior do que a de assistir ele. Mas vocês muito bem a importancia que a Julie Andrews teve na minha vida!

Mas vamos focar no Stephen Sondheim. Primeira coisa é que ele tem uns 80 anos e não poderia estar mais inteiro. A palestra foi maravilhosa e alguém fez a pergunta que eu e o Pablo tanto queriamos ter feito para o Stephen Schwartz no masterclass, tá, não exatamente a pergunta que queriamos, perguntaram "Do you wish it was you who have written any of the musicals written by other composers?" (e nós sabemos muito bem que musical e quem é o compositor que todos estão pensando).

Coisas que eu amei, ele mesmo criticou algumas das letras que ele escreveu., principalmente em West Side Story que foi um dos primeiros trabalhos dele escrevendo letras. Contou muito sobre a convivencia dele com Bernstein, Cole Porter, Rodgers e Hammerstein. E basicamente ele escreveu o livro dele a essa altura da vida out of jewish guild.
 
Um pouquinho da vida social esse mês...

Bom, depois de muito andar com grupos de italianos e franceses onde eu era a única guria do grupo, agora também tenho um  ótimo grupo de amigas brasileiras, onde eu sou a única gaúcha, mas todas falam gauchês comigo!

Gurias no Miss Favela

Limo Party
Com a vinda do Lorenzo, teve várias sociais e festas com os italianos, mais a Taty, minha amiga Colombiana. E depois que ele voltou pra Itália, o espírito dele permaneceu, e continuamos todos nos encontrando com frequência. Posso dizer que os promoters estão muito felizes comigo, porque na maioria das vezes que saímos o grupo que antes era 3, 4 pessoas, agora é 10,12, as vezes até mais. 

Até fizemos mais uma limo party esses tempos. 



E apresento pra vocês o tripé, minhas queridas roommates Ieda e Célia! Que são super sérias que nem eu. Inclusive foi com elas que eu ouvi a frase: "I live in the Upper East Side. Do I look I'm from anywhere else?" Que virou praticamente um "Oi! Tudo bem?!" pra gente.

Thanksgiving 
Um dos feriados mais importantes do ano nos EUA é o Dia de Ação de Graças. Que foi nessa última quinta feira. Como meus parentes me convidaram, eu fui para Long Island almoçar com eles. As gurias estavam organizando uma janta então daria tempo de ir nos dois.

Almoço em família foi aquela coisa de sempre (depois do primeiro thanksgiving em Los Banos já não me surpreendo muito) familia reunida, assistir a parade e o jogo de futebol americano, e a comida tipica de thanksgiving: Turkey, mashed potatos, gravy, pumpkin pie, sweet potatos e assim vai.


Ahhh e nesse fim de semana começou a nevar perto de NY... daqui a pouco já dá pra esquiar! :)

Bom, depois do lovely lunch with the family (onde ganhei o pó pra chocolate quente Max Brenner da Rony, parenta de Israel), fui me encontrar com as gurias na casa da Ieda e da Célia onde as gurias estavam fazendo o Thanksgiving dinner.


Percebe-se que eu só cheguei a tempo do negrinho, né?!

Show do Michael Bublé

Foi maravilhoso! Sim, eu sou uma senhora de 75 anos que vai no show do Michael Bublé sozinha! Que coisa boa poder assistir um mega concert no Madison Square Garden onde o repertório é quase todo jazz. Ele cantou várias standards que eu amo!  E é engraçadíssimo! Sinceramente não esperar rir tanto no show. 

Ele abriu o show com Cry me a River, depois cantou Mack The Knife (explicou até de onde veio a música, só faltou dizer que é do Kurt Weil, né?!), e logo depois foi direto pra Everything, que pra mim é uma das melhores músicas dele. E ele fechou o show, antes do biz com I just haven't met you yet. Pra mim a única que faltou dos standards foi I Got You Under My Skin, mas sai do show bem feliz. A orquestragem também estava ótima!

A única coisa ruim de ir em show sozinha é que tu não tem com quem dividir "OMG, I love this song!!!", o senhor de idade que sentava ao meu lado não tava muito interessado em saber a minha opinião.
 
Bueno, encerro este post então, pois depois de 3 dias sem sair de casa quase, eu hoje a noite vou ao teatro. Amanhã ou depois devo postar sobre os musicais.

Beijos

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Para aqueles que querem saber mais sobre o charity event

Pessoal,

Já sei, já sei.... faz séculos que eu não posto nada. Mas é por falta de tempo, não paro muito em casa, pais visitando e as correrias de sempre, mas semana que vem já posto alguma coisa.

Queria deixar aqui o linkda primeira notícia que saiu sobre o evento que fui segunda feira passada - já que muitos perguntaram. 




Em breve conto como foi, mais algumas outras novidades! :)
Beijos

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Catching up parte II… Only in NY e “é pra esse que eu tenho que cantar o agudo?!”

Again, um daqueles posts para colocar a par tudo que está acontecendo por aqui – já falei que são muitas coisas o tempo todo né?! Como essa semana meus pais estão vindo visitar e o Lorenzo também voltou para NY, já sei que será uma semana intensa em atividades sociais. Além disso já tenho alguns musicais marcados e o mega Charity Event da minha colega  hoje a noite (com a participação de alguns grandes nomes da moda e da broadway), which means, lots to write about afterwords.

Aviso que não falarei de broadway neste post - tá faço um comentário apenas, porque ninguém é de ferro.
 
Como as atividades foram diversas e algumas um tanto inusitadas, e nem todos vão se interessar por tudo que aconteceu, novamente vou separar em categorias. De qualquer forma, foram todas situações da categoria only in NY.

Encontro mensal das meninas da alta sociedade nova-iorquina

O evento foi divertidíssimo! Primeiro que fui super bem recebida. As gurias trabalham em diversas áreas diferentes e em geral muito cultas e informadas no que acontece no mundo. Até achei que pudesse ficar meio perdida lá no evento, mas pelo contrário. Logo de cara a minha colega que é a host do evento me apresentou para a Presidente e CEO do NY times, com quem eu fiquei horas conversando. E fica aí uma foto do evento que saiu na press.


Show de Jazz da Jane Monheit
Estou eu, bem feliz na aula, quando recebi uma mensagem do primo Paul, perguntando se eu não estava afim de assistir o show de uma tal de Jane Monheit num lugar chamado Birdland. A forma que a mensagem foi escrita mostrou um pouco a falta de conhecimento dele sobre jazz, mesmo assim, um show da Jane Monnheit em Birdland é imperdível. O show foi ótimo!!!!

Para quem não conhece, a Jane Monheit é uma das melhores cantores de jazz dos dias de hoje. Ela que gravou o dueto com o Michael Bublé de I Won’t Dance. Birdland,... bom, acho que se eu escrever muito sobre o lugar meus amigos que gostam de jazz podem querer me bater, mas enfim... é um dos clubs de jazz mais conhecidos do mundo. Lullaby of Birdland, rings any Bells?!

Museu do Sexo
Uma das coisas mais inusitadas de NY é o Museu do Sexo. Aproveitando os últimos dias da Carina, gaúcha, em NY e a visita do Anthony, francês, resolvemos conhecer o tal museus, afinal o tempo não estava dos melhores. Pessoalmente eu esperava mais do museu, é bem pequeno, e a lojinha é mais inusitada do que o museu itself. As três exposições: evolução do sexo na mídia, camisinha e sexo de animais.
Abaixo ficam algumas fotos:


Era pra aparecer o Empire State Building, mas não deu

Os deers sempre, né?! Para todos aqueles que dirigem na Pennsylvania
Dress Rehearsals da ópera - É pra esse que eu tenho que cantar o agudo?

Eu e a Cláudia sempre falamos que os nossos programas não são apenas eventos sociais e sim programas de índio. Então a gente já fez tantos que estamos numerando eles. Fomos a dois dress rehearsals no Lincoln Center e em uma apresentação de música brasileira no Carnegie Hall.
Assistimos a Quiet Place do Bernstein, que foi a american premiere e Intermezzo do Strauss. A primeira, interessante pero meio pesada. A segunda, foi divertidíssima, mas como diria o Andrew: Um episódio de Seinfeld.
Sempre tem metade do pessoal do Met nesses dress rehearsals aí fica aquela coisa de que tem que cantar uma nota aguda porque essa é a oportunidade de fazer o networking musical, aí as duas começam a brincar com isso - acho que provavelmente pensam que não somos muito normais.

No A Quiet Place, não é que o Stephen Schwartz, compositor de Wicket, estava na platéia?!  E como a boa broadway wannabe que eu sou, é pra ele que eu tenho que cantar notas agudas! Então, eu obviamente não poderia perder a oportunidade e disse: “Hi! I read your book! How do you continue to defy gravity?”

Não se preocupem, eu não fiz isso, obviously - é piada interna com o pessoal que foi no masterclass dele... eu ainda lembro os nomes, revenge will come!

Não escreverei reviews, pois estou muito longe de entender ópera. Posso dizer , entretanto, que algumas apresentações podem não ter sido as melhores, mas definitivamente a gente riu pacas. Com a Claúdia e o Andrew a diversão é garantida, fora que eu posso falar gaúches que eles me entendem!

Ainda esperamos que o Tatata nos entreviste em algum desses eventos, ou que alguém tire a nossa foto.

Além disso, sempre tiramos alguma conclusão básica e frases memoráveis marcam os encontros como: "Sabe, eu sinto falta dos meus fãs..."; "Eu acho que o cara da rosa morreu"; "Porque economizar é comprar bem"; "Eu te trago dois bis, porque é impossível comer só um" entre outras...

Halloween

Fim de semana passado foi o halloween, e infelizmente eu tinha aula sábado e domingo, então meu final de semana não poderia ser tão agitado o quanto antecipei.

Seguindo a tradição, a Júnia veio passar o fim de semana em NY, e obviamente só conseguimos preparar a fantasia de última hora. Mas até que ficou BEM melhor do que a do ano passado.

Nos juntamos com uma galera, meus amigos franceses, a Taty (colombiana, alumni da aiesec) e uma amiga coreana dela e duas das minhas amigonas brasileiras aqui em NY, Bianca e Renata.
Nerds


As brasileiras

Como tava tudo lotado, acabamos a noite num barzinho super alternativo no east village, mas a música era boa e o grupo era ótimo! E até puxamos alguns roll calls das antigas!

No dia seguinte, depois da aula, me encontrei com Bianca e Renata, e conheci a Célia e Ieda (duas outras brasileiras muito queridas!) e fomos tentar assistir a parada de Halloween, mas não deu muito certo, porque além da super população tava um frio horroroso e a gente não conseguiu ver nada. Mas compensamos com boas saídas nessa semana.

Bom, encerro por aqui, pois estou de saída para o charity event e ainda tenho que dar uma geral no lar porque os pais chegam amanhã!
Mas deixo a foto da MELHOR fantasia que eu vi esse ano: 

Genial, não?! 
Aguardem os próximos posts!

xoxo

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

The Cultural Life das últimas semanas: Broadway Reviews finally!

E aí, peeps, estou então finalmente e a pedidos, catching up nas atividades culturais do último mês. Foi um total de 5 musicais, 2 óperas (na verdade dress rehearsals), 1 show de jazz desde a última vez que escrevi sobre isso. O que tá, não é muito comparado com a minha média.

Aviso que este post vai ser totalmente bem focado para Broadway.

Vocês, que me conhecem, sabem que eu poderia facilmente escrever um post de cada coisa que assisti aqui, mas dada a falta de tempo para escrever tentarei ser o mais breve possível – notem que escrevi possível. Neste post só vou falar dos musicais, no próximo, possivelmente ainda essa semana, vou escrever sobre as duas óperas, o show da Jane Monheit, Halloween e as outras coisas que fiquei de escrever.

Vamos em ordem então:

Phantom of Opera, quinta feira 23/09:

Para dar esta review é preciso que eu explique algumas coisas antes, pois alguns conhecem bem a história, outros não. O Fantasma é sem dúvida um dos meus musicais favoritos, se é que não posso considerá-lo o meu musical favorito (mais aí entra uma grande competição com Les Mis, então hoje digo que estão empatados).

A minha relação com o Phantom é de muito tempo, a primeira vez que assisti a peça foi em 1999 em Londres, e desde então já assisti algumas várias vezes em diversos países (mais de 10, sem dúvida). Foi o primeiro musical que eu assisti ao vivo e acho que os meus pais até hoje se arrependem de ter me levado para ver a peça, pois isso gerou um certo custo adicional nas minhas viagens.

Para mim é um musical perfeito. De fato: é mais brega impossível, over dramatic, e tudo mais. Mas, news for you, musicais são bregas! Afinal, de onde pessoas conversam e saem cantando do nada?! Teatro musical é entretenimento e não ciência.

A música é maravilhosa, não entrarei em detalhes. Mas tá, aí digamos que tu odeias a música, aí tu tens o cenário: O Chandelier que sobe do nada, e cai no palco, a reprodução da Ópera de Paris, o cemitério, o Phantom’s Lair e o caminho até lá (cena do barquinho) e last but not least a escada do Mascarade, e citando o meu amigo Pablo: “aí você vê aquela escada e pensa: e você pensa, gente o que é essa escada?!”. É um musical de 1987, no palco se vê coisas que não se imaginava naquela época que era possível fazer no teatro. Aí, tu completa com o figurino e maquiagem. Mas tá, tu não te impressiona com o cenário, porque já viu Wicked e Mary Poppins. Bom, aí tu tem a história, os efeitos visuais e de som. Não tem como não achar uma coisa que te agrade no Phantom of the Opera.

Eu sou uma que não consigo mudar a música se tem alguma tocando. E volta e meia gosto de ouvir as gravações e assistir a peça. Independente do que possa estar acontecendo na minha vida, sempre me coloca in a good place. Eu e o Pablo inclusive criamos a teoria de que a perfeição de tudo é assistir o fantasma comendo M&Ms azul e Kitkat. E eu posso dizer que nesta quinta feira, eu vivi a utopia.

 Então vamos a short review do show: Não comentarei da produção pois sempre é outstanding.

Christine, Sara Jean Ford: although ela é uma ótima atriz que conseguiu trazer um pouco de personalidade para a personagem, era difícil de acreditar que ela seria considerada a melhor voz em Paris considerando que o resto do elenco todo era muito forte neste sentido. Mas ela não tentou ser a Sarah Brightman, e merece destaque por isso.

Raoul, Ryan Silverman: Eu adorei ele! Tá, clichê total! Não trouxe nada ao personagem, mas a voz era algo – é outra coisa quando colocam um cantor com background em ópera para fazer esse musical, né?! Carlota, Patricia Phillips: Maravilhosa! Diva total! Meg Giry, ainda a Heather McFadden: Fico triste de pensar que em alguns anos ela já vai ter passado BASTANTE da idade pra fazer a Meg, pois é excelente! Madame Giry, Cristin J Hubbard: Foi interessante, diferente do que estamos acostumados. Ela manteve a postura da megera professora de ballet, mas trouxe uma certa sweetness para a personagem, até sorriu em algumas cenas.

Phantom, Hugh Panaro: First of all, welcome back!! É impressionante ver a diferença das performances dele desde 1999. Ele não faz apenas o fantasma desde lá, mas every now and then ele volta para o elenco. E a performance, obviamente sempre amadurece, tanto no sentido de interpretação quanto vocal. É o melhor Phantom que eu já assisti ao vivo, e isso que vi o Anthony Warlow quando vi na Austrália. A última cena do trio no Phantom’s Lair é simplesmente genial.

Tentei achar vídeo para mostrar para vocês, mas infelizmente não tem. O melhor que pude achar foi uma gravação do tittle song que é uma cena maravilhosa do Hugh e Rebecca Pitcher (aviso que ela também não é uma boa Christine, though, a Christine que eu recomendo é a Sandra Joseph)

Phantom Of the Opera: Hugh Panaro e Rebecca Pitcher


However, achei o Final Lair com um elenco que é muito bom: John Cudia, Jim Weitzer e Sarah Lawrence.


O maravilhoso de assistir o Phantom tantas vezes é que tem aquele excitmente de “I love this part”, “agora é tal música”, “agora é tal coisa”, e também a gente se permite prestar atenção em diferentes detalhes e nos side characters. E preciso destacar que consegui um lugar maravilhoso, bem embaixo do chandelier.

Ahhh eu comentei que o Hugh Panaro também estava no tour com a Babs?!

La Cage Aux Folles, Sexta 8/10:

La Cage é a minha atual obsessão musical, como já falei no último post. De verdade! Daqueles musicais que tu sai com algo mais do que um folded program and a ripped ticked. É um show nostalgic and unique. É divertido, mas ao mesmo tempo trata de preconceito, família, entre outras coisas sérias de uma forma leve. E incrivelmente atrai uma platéia de idosos.

Eu fui preparada para não gostar, por alguns motivos: 1) Assisti a produção em 2004 e amei, com Gary Beach, Daniel Davis e Gavin Creel; 2) Na produção de 2004, o figurino era mais caro e o número de Cagelles era maior, nesta produção eram apenas 6. 3) Eu estava torcendo para Finnian’s Rainbow no Tony Award.

Mas digo com todas as letras que esse musical mereceu o Tony Award de Best Revival. Eu amo Finnian’s Rainbow, e de fato foi linda a produção. Sem contar que o figuro do La Cage não foi tão elaborado quanto em 2004/05, e o número de Cagelles deixou as danças um pouco menos impressionantes, mas La Cage foi GENIAL!

Primeiro: referências foram ótimas: Poses de diversos musicais como Chicago e A Chorus Line (eles começam como A Chorus Line), imitações do Albin/Zaza na música La Cage desde Ethel Merman a Kathleen Turner, passando por Edith Piaf, Marilyn Monroe entre outras. Which brings me to Tony Awards: merecidíssimo Best Leading Actor in a Musical. Para mim, a melhor performance de I am what I am.

Douglas Hodge I am What I am


Destaco ainda Kelsey Grammer (também conhecido como Fraser Crane), como George e Robin de Jesus como Jacob, que sinceramente, roubou a cena de todos o que me surpreendeu muito, pois eu não achei que ele fosse o perfil do personagem. Por mais que eu ame Gavin Creel, e destaco sempre que possível a performance dele como Jean Michel em 2004, AJ Shively também consegue fazer com que a gente se apaixone, odeie ele, e depois volte a amar.

Das músicas de La Cage, para aqueles que não conhecem: La Cage Aux Folles, Song on the Sand, Anne on my arms, I am what I am e The Best of times, Look over there is now.

E fica de treat, because it is soooo cute o vídeo da produção de 2004 de Anne in my Arms (Gavin Creel e Daniel Davis – sim o Niles do The Nanny)


Next to Normal 11/10, segunda

Next to Normal para mim foi o melhor música de 2009. Ainda acho que merecia o Tony Award de Best Musical. A história é interessantíssima, as músicas são muito bem compostas e o book não poderia ser melhor. Ganhou o Pulitzer, nem preciso comentar isso! 

Marin Mazzie arrasou como sempre, apesar do repertório ser meio grave pra ela. Bom, difícil de replace a Alice Ripley nesse musical. Jason Danieley, on and off stage husban, foi ótimo, assim como o resto do elenco. Do elenco original permanecem o Adam Chandler Berat e Louis Hobson, que é extremamente parecido com o JD do scrubs, Zach Braff.

Fica aí um vídeo do elenco original, pois não achei com o novo, mas já dá uma idéia do musical. Gabe - Aaron Tveit, Diana - Alice Ripley, Dan - J. Robert Spencer.



Promises, Promises, 12/10, Terça feira

O musical é bobinho. Muitos de vocês conhecem as músicas: I’ll Never Fall in Love Again e I say a Little Prayer, a house is not a home. Bom, são desse musical. É bem 60ths, mas o que faz com que seja um musical extremamente badalado é que o elenco é formado por vários grandes nomes incluindo: Kristin Chenoweth (também conhecida como Glinda, Sally Brown, bêbada do Glee), Sean Hayes (ou Jack McFarland ou Just Jack) e Molly Shannon (mil papéis, Saturday Night Life por anos).

Anyway, acabou dando a coincidência que eu fui assistir logo na opening night da Molly Shannon, o que foi maravilhoso. O segundo ato tem uma cena entre o Sean e a Molly que é priceless. Depois consegui falar com os três o que foi bem legal. 

Deixo aqui um videozinho de I’ll Never Fall in Love Again com Sean Hayes e Kristin Chenoweth



The Adams Family, 13/10, Quarta feira

Quando o elenco é formado por Nathan Lane, Bebe Neuwirth, Terrence Mann, Carolee Carmello e Jackie Hoffman, não dá pra pedir mais nada. É mais do que a garantia de um ótimo show. Além disso, é divertidíssimo e cheio de inside theatre jokes, que são piadinhas especiais para o público dos musicais. 
A performance foi divertidíssima!!!! Incluindo improvisos, devido ao uma lâmpada que estourou no palco deixando Nathan Lane e Bebe Neuwirth com ataques de riso. Posso escrever de todo o elenco páginas elogiando o show. Principalmente porque sou mega fã dos 5 atores que comentei.

Addams family traz coisas bem tradicionais da Broadway. As coreografias, as músicas, lembrando um pouco do que o The Producers fez, principalmente com as referencias de outros musicais (Sound of Music, por exemplo) e piadas como “And what’s better then singing? Singing and Dancing!”. Great show para os leigos.

Citando a frase da Lucrecia "É uma piada que eles fazem especialmente pra gente. Tu vê quem sabe de musical pelo número de 'good byes' que as pessoas demoraram pra entender a piada. A gente começou a rir no primeiro"

Fica aqui um preview para vocês.



Alguns trivia points here:

- Sabem o Terrance e o Phillip do South Park?! Segundo algumas linhas de estudo, dizem que estes personagem são named after Terrence Mann e Philip Quast que foram dois importantes Javert's no musical Les Miserables, que também serve de inspiração para o filme do South Park. Destaco do currículo de Terrance Mann OBC de Les Mis como Javert, Beauty and the Beast como Beast e Cats, Rumtum Tiger. Além de fazer o coreografo no filme A Chorus Line. Além disso, foi o último Javert que eu assisti antes da produção original do Les Mis fechar na broadway.

- A Krysta Rodrigues eu assisti no Good Vibrations. Inclusive estava sentada do lado do namorado dela na peça. Só lembro dela porque ele falava pra todo mundo que a namorada tava na peça e tirava fotos dela.

- A Bebe Neuwirth é Lilith, ex-esposa do Fraser no seriado. Além disso destaco: Velma no OBC do Chicago.

Avenue Q, 17/10, Domingo.

Bom, nesse dia eu fui com a Lucrecia assistir Avenue Q, agora na versão off broadway. Primeiro que as duas dublaram o musical o tempo todo. Foi ótimo! Cortaram algumas coisinhas, mas sinceramente, continua sendo o musical que eu levaria meus amigos que que não gostam/conhecem musicais. Humor politicamente incorreto o tempo todo, realmente facilita para agradar a todos. Se tu não gosta das músicas sem dúvida vai rir das piadas.
Deixo aqui um vídeo para quem quiser conhecer:


Espero que os que são já musical theatre geeks, like me, tenham gostado das reviews e dos vídeos. E espero que os que não conhecem musicais tenham aprendido um pouco mais depois desse long post. Já estou com uma ótima lista de musicais marcados para Novembro e Dezembro. I will keep you posted! :D

Beijos